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terça-feira, 24 de novembro de 2015
sábado, 17 de agosto de 2013
CATÓLICOS INVOCAM MAIS MARIA DO QUE JESUS...
... diz articulista de jornal.sobre divergência teológicas
com evangélicos
Uma das principais fontes de debate e divergência teológica
entre católicos e protestantes é o status de intermediadora dado
pela igreja romana a Maria, mãe de Jesus. Para católicos, a virgem
foi arrebatada aos céus em carne e osso, e intercede pelos seguidores;
Para protestantes, Maria é uma importante e admirada figura bíblica.
Aldo Pereira, 80 anos, colaborador da Folha de S.
Paulo, publicou um artigo sobre o assunto, e fez comparações entre as
posturas adotadas por católicos e protestantes a respeito do tema.
Seu texto se inicia com uma constatação: no terço
católico há “106 invocações mântricas de Maria (duas em cada ave-maria),
mais uma referência na salve-rainha e outra no credo”, e cita que em
comparação, o mesmo terço “menciona o nome de Jesus 55 vezes: uma em cada
ave-maria, uma no credo e outra na salve-rainha” e “invoca Deus uma única vez,
no pai-nosso”.
Pereira diz que o ponto de discórdia está na adoração
à mãe de Jesus: “Protestantes veneram Maria (até muçulmanos a reverenciam), mas
reprovam ‘mariolatria’. Como outros não-católicos, objetam que a Bíblia
não menciona Assunção”, escreveu, referindo-se à crença de que ela teria
sido arrebatada.
“[Os protestantes] condenam como fetichismo
idólatra o enlevo do papa ao beijar imagem esculpida de Maria em
Aparecida no mês passado”, afirma.
Citando dados históricos da Igreja Católica, Pereira afirma
que a ênfase dada à mãe de Jesus surgiu de uma busca do Vaticano por tornar a
religião simpática a outros povos não cristãos: “Maria pode ter ganhado
proeminência hagiográfica a partir do século 4 por facilitar a
conversão de pagãos mediante incorporação sincrética de elementos de
outros credos no cristianismo, e vice-versa.
Muitos pagãos cultuavam
deusas-mães”, contextualiza. “Representações de Ísis amamentando Horus bebê inspirariam madonas lactantes na pintura
renascentista”, exemplifica o colaborador da Folha.
Ele encaminha seu texto dizendo que os “teólogos
protestantes argumentam que o clero católico confere status de divindades
menores a Maria e outros santos (quase 8.000) quando lhes atribui milagres”, e
que a “deificação de Maria [...] viola o preceito monoteísta das religiões
abraâmicas”.
O colaborador ainda menciona que a resposta dos católicos a tais
críticas é que eles “reverenciam Maria como santa, mas não a adoram como
deusa”.
Outro ponto de divergência teológica está na virgindade da
mãe de Jesus, diz Pereira: “A Bíblia faz menção explícita a irmãos de Jesus.
Mateus 13:55-56 e Marcos 6:3 nomeiam quatro, enquanto Mateus 12:46, Marcos 3:32
e Atos 1:14 referem outros. Segundo Mateus 1:18-25, José não ‘conheceu’ Maria
antes de ela ter tido o primeiro filho, o que sugere que ele a ‘conheceu’
depois”.
O colaborador no entanto, pondera que “para a Igreja
[Católica], tal entendimento configura audaciosa blasfêmia, pois o Primeiro
Concílio de Latrão (649) reafirmou a virgindade de Maria ‘ante partum’, ‘in
partu’ e ‘post partum’. ‘Irmãos’ de Jesus? A apologética assegura haver aí mera
referência figurada a ‘primos’ ou ‘parentes’”, conclui Aldo Pereira.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
RM 1:25 - Pois mudaram a verdade de Deus em
mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito
eternamente. Amém.
VEJAM SÓ !!!
1 . no terço católico há
“106 invocações mântricas de Maria
2. o mesmo terço “menciona o nome de
Jesus 55 vezes
3. invoca Deus uma única vez, no pai-nosso”.
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